sexta-feira, 22 de junho de 2012


SenhoRio + 20

Nesta Semana o assunto em pauta foi a Rio + 20, a reunião da cúpula mundial em busca do desenvolvimento sustentável. Revistas, rádios, jornais, TV, todos “de olho” nas decisões que seriam tomadas nessa importante reunião para uma mudança no comportamento mundial em relação ao nosso planeta.
Isto me leva a pensar na participação da Igreja nesta história toda. A Igreja do Senhor Jesus, como agencia de Deus na terra deveria ser uma das instituições mais responsáveis no que tange ao desenvolvimento sustentável, em respeito ao Criador de tudo, que é o centro da nossa adoração. Reciclagem, economia de recursos, preservação, deveriam ser assuntos de extrema importância para Igreja. Sabemos que isso não é assim, mas temos que parar e pensar que é hora de uma mudança. Desde pequenas atitudes até consideráveis investimentos devem ser feito em prol do cuidado com nosso planeta, pois essa é a parte dos bons despenseiros.
Há algo ainda a ser pensado. Faz-se necessário uma  SenhoRio + 20, uma Rio + 20 espiritual para repensarmos no avanço da Igreja, sua  prosperidade. A que custo isto tem ocorrido? Sabemos que a Igreja evangélica tem prosperado e até mesmo enriquecido, não é mais uma instituição sem significância na nação brasileira, mas agora, tem sua parcela não só de contribuição, mas também de reconhecimento nesta pátria amada. Sem falar na sua grande influencia que já excedeu e muito o âmbito religioso, alcançando muitas outras áreas do cotidiano brasileiro. Mas devemos tomar cuidado para que isso não aconteça a qualquer custo, que não estejamos em meio a um “Icabô”, comemorando um “Ebenézer”.  E nenhum lugar é melhor para pensarmos nisso que a “eira de Nacom” II Sm6:6, onde a alegria se torna tristeza, e a festa se transforma em luto, justamente porque o “desenvolvimento não foi sustentável”, e a prosperidade não foi acompanhada do SenhoRio de Javé.
Que nunca venhamos nos esquecer de que: “ A benção do Senhor é que enriquece, e não acrescenta dores” Pv 10:22
Que ouçamos a voz de Deus, e depois a de Ban Ki-Moon

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