quarta-feira, 30 de maio de 2012


A Vida se Manifestou!

Numa das mais fantásticas revelações o apóstolo João na sua primeira carta nos emociona a o nos mostrar como foi seu contato com Cristo. Começando pelo conhecimento, depois o descobrimento através dos sentidos, e terminando na “contemplação”, o olhar atento e fixado admirador. Ele termina sua revelação, que também é um convite a aproximarmos mais de Deus, com uma sentença maravilhosa: “a Vida se Manifestou”. Nesta sentença está inclusa a visão de “Vida” que sobrepuja o poder da morte, assim bem como expande vida a outros levando-os a saborear a vida eterna. Deste modo este convite se torna inescusável a todos quantos conseguem compreendê-lo, pois a promessa é a mais sublime que possa ser feita a alguém; Promessa de Vida Eterna.

                “Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna” Jo 3:16

segunda-feira, 7 de maio de 2012


A obediência é o prato em que a fidelidade é servida!
Numa passagem onde aparentemente o que ocorreria seria mais uma repreensão ao rei Saul (ISm 15:22), entre tantas que já levara, o que o texto nos revela, pela boca do profeta Samuel, é o coração machucado de Deus, respondendo com rejeição à agressiva e constante desobediência do primeiro monarca de Israel. Nessa sublime porção da 1ª Aliança, vemos um princípio que vigora até os dias de hoje, onde a Lei e a Graça se unem neste mesmo propósito, “obediência quero e não sacrifícios”. Deus espera de nós simples obediência. É uma questão de lógica, se Ele é Deus, soberano, onisciente e onipotente, o mínimo que podemos fazer é respeitar e confiar na sua vontade. Alguém assim é digno de nossa confiança que é demonstrada através da obediência.
 O problema que isso não é tão simples quanto parece, para que possamos faze-lo, temos que “negar a nós mesmos tomar a nossa cruz e segui-lo”, como Jesus nos ensina em Mc 8:34,  o que significa a morte diária das nossas próprias vontades que não coadunam com a vontade de Cristo. Interessante é que tal atitude nos leva a desfrutar de uma vida plena em Deus, ou pelo menos nos coloca a caminho de, quando por outro lado, se fazemos nossa própria vontade os desejos momentâneos são satisfeitos, e a verdade é que isso pode ser prazeroso, mas propósitos eternos se perdem, estabelecendo-se um desastre em nossas vidas.

Obediência e submissão! Submeter por uma questão de autoridade, e obedecer por amor. A obediência a Deus nos leva a desfrutar de sua fidelidade!