quarta-feira, 18 de julho de 2012


Os lucro da Cooperação

Em tempos tão difíceis onde os homens são “amantes de si mesmos”, faz-se necessária uma periódica leitura da carta de Paulo a igreja de Filipos para que não sejamos contaminados com a “epidêmica” avareza, ou com o “febril” estado de consumismo que domina o mundo.
O apóstolo dos gentios nos faz pensar nos benefícios da cooperação. Um ato deliberado, voluntário, e nobre que faz tão bem ao que o empreende quanto ao que recebe. Paulo nos mostra como ele é tomado de uma tão grande alegria ao interceder pelos filipenses devido a cooperação que estes fizeram ao seu ministério 1:4, a lógica de se preocupar com quem lembra de você; como tal atitude denota o trabalhar do Espírito Santo de Deus na vida deles 1:6, visto que “O” que começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo; como os torna coparticipantes da graça 1:7, fazendo-os participar do favor imerecido de Deus que é dispensado ao “prisioneiro de Cristo”; como a cooperação atrai a justa afeição 1:7, pois desperta um sentimento de gratidão a Deus pela postura nobre de lembrar do necessitado, “altruísmo”, ao  invés de lembrar somente das suas necessidades, “egoísmo”; como a cooperação é fruto de justiça gerados em nós por Cristo e para glória de Deus 1:11, tornando-nos assim um “Elo” entre   tronos , pois “desce do trono de Cristo para nós, e sobe de nós para o trono de Deus”, cujas bases são justiça e juízo, tudo isto impulsionado pelo Espírito Santo, que deve encontrar em nós toda disposição para boa obra.

Que possamos nos lembrar de um missionário não só para orar por nossas causas, mas para suprirmos as dele, quando olharmos um homem de Deus, venhamos enxergar os clamores de sua alma, para sermos alvo de tão grande benefícios gerados pela cooperação.