A obediência é o prato em
que a fidelidade é servida!
Numa passagem onde aparentemente o que
ocorreria seria mais uma repreensão ao rei Saul (ISm 15:22), entre tantas que
já levara, o que o texto nos revela, pela boca do profeta Samuel, é o coração
machucado de Deus, respondendo com rejeição à agressiva e constante desobediência
do primeiro monarca de Israel. Nessa sublime porção da 1ª Aliança, vemos um
princípio que vigora até os dias de hoje, onde a Lei e a Graça se unem neste
mesmo propósito, “obediência quero e não sacrifícios”. Deus espera de nós
simples obediência. É uma questão de lógica, se Ele é Deus, soberano,
onisciente e onipotente, o mínimo que podemos fazer é respeitar e confiar na
sua vontade. Alguém assim é digno de nossa confiança que é demonstrada através
da obediência.
O
problema que isso não é tão simples quanto parece, para que possamos faze-lo,
temos que “negar a nós mesmos tomar a nossa cruz e segui-lo”, como Jesus nos
ensina em Mc 8:34, o que significa a
morte diária das nossas próprias vontades que não coadunam com a vontade de Cristo.
Interessante é que tal atitude nos leva a desfrutar de uma vida plena em Deus,
ou pelo menos nos coloca a caminho de, quando por outro lado, se fazemos nossa
própria vontade os desejos momentâneos são satisfeitos, e a verdade é que isso
pode ser prazeroso, mas propósitos eternos se perdem, estabelecendo-se um
desastre em nossas vidas.
Obediência e submissão! Submeter por uma
questão de autoridade, e obedecer por amor. A obediência a Deus nos leva a
desfrutar de sua fidelidade!
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